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Feita em quatro anos, a vacina da papeira foi a mais rápida da história - até hoje

Artigo: Público



Nível de ensino

12.º Ano | 6.º Ano | 9.º Ano | 10.º Ano | 11.º Ano | Ensino à distância

Área disciplinar

Ciências Naturais | Biologia | Biologia e Geologia

Área temática

Corpo humano | Medicina

Palavras-chave

COVID-19 | imunidade | investigacao | pandemia | vacinacao | vacinas

Tipologia

Artigo jornal

O ano de 2020 não ficará na memória apenas pela pandemia da COVID-19, mas também pelo tempo recorde no desenvolvimento de uma vacina: menos de um ano. Até agora, a recordista era a vacina contra a papeira, que na década de 1960 demorou ‘apenas’ 4 anos a ser desenvolvida pelo norte-americano Maurice Hilleman. Este microbiólogo, considerado o pai das vacinas modernas, esteve envolvido no desenvolvimento das vacinas preventivas do sarampo, rubéola, hepatite A, hepatite B e varicela. Estima-se que as vacinas desenvolvidas por Maurice Hilleman ajudem a salvar oito milhões de vidas, todos os anos.



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